domingo, 14 de junho de 2026
VEJA VÍDEO – IMAGENS FORTES 

Mulher morre após ser jogada sem cordas durante salto de rope jump 

12/06/2026
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Uma mulher morreu após ser jogada de 40 metros de altura sem cordas ao pular de rope jump, na manhã deste sábado (13), em Limeira (SP).

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Ela foi identificada como Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos.

De acordo com a Polícia Militar, uma testemunha relatou que os funcionários da empresa responsável esqueceram de colocar o equipamento antes do salto.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais é possível ver o momento em funcionários carregam a vítima até a plataforma. Eles a jogam e, instantes depois, é possível ouvir vozes exclamando: "a corda", "gente, a corda". Assista acima – as imagens são fortes.

Os homens das imagens aparecem usando camisetas das empresas Entre Cordas e Ih Voei. Até a última atualização desta reportagem, o g1 não havia conseguido contato com representantes de nenhuma das duas.

Nesta tarde, a Prefeitura de Limeira informou que vai processar o Governo Federal por omissão na Ponte do Esqueleto, de onde a jovem saltou. Segundo a administração municipal, a esfera seria responsável por pela fiscalização, manutenção e controle de acesso do local (entenda abaixo).

A ocorrência foi na trilha da Ponte do Esqueleto. Ainda segundo a PM, dois homens fugiram do local e só foram localizados com a ajuda do helicóptero Águia, que precisou realizar buscas na mata.

O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados, mas o óbito foi constatado ainda no local.
Ao todo, seis pessoas foram detidas e três permaneceram presas. O caso foi levado ao 2º Distrito Policial de Limeira.

O advogado Rafael Gomes dos Santos, que representa os três presos por envolvimento no acidente, afirmou que o rope jumping não é regulamentado, mas também não é proibido. Segundo ele, eventos semelhantes já foram realizados na Ponte do Esqueleto sem intervenção do poder público.

O defensor informou ainda que a atividade deste sábado reunia cerca de 100 participantes e classificou o caso como uma "triste fatalidade", destacando que os envolvidos praticam o esporte há anos sem histórico de acidentes. (Fonte: G1) 
 


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