POLÍTICA: O QUE SE DIZ POR AÍ
O caso do guincheiro assassinado pelo próprio sobrinho no bairro Fanny, em Curitiba, ganhou novos desdobramentos e revela um histórico de ameaças e violência antes do crime.
A vítima, Aurélio Roger, de 64 anos, já vivia com medo. Segundo familiares, ele havia sofrido um atentado meses antes.
“Ele tinha me falado que era para a gente se proteger porque já tinham atirado na casa da mãe dele”, relatou a esposa de Aurélio, que também revelou ter sido ameaçada pelo sobrinho. A entrevista foi à repórter Thais Travençoli, da Ric Record.
Em julho do ano passado, a residência da idosa foi alvo de 13 disparos de arma de fogo calibre .380, mesma quantidade e calibre usados na execução de Aurélio.
A disputa por herança é apontada como a principal motivação do crime. Durante interrogatório, o sobrinho confessou o assassinato e alegou desentendimentos familiares sobre um terreno. “Ela queria ficar com o terreno só para ela. Não queria dividir. A gente precisa”, disse o suspeito.
A mãe da vítima afirmou que o filho já havia demonstrado preocupação com a própria segurança. “Ele me ligou e contou que estava muito preocupado. Haviam falado para ele se cuidar”, disse.
A esposa de Aurélio, que faz tratamento contra câncer, acredita que poderia ser o verdadeiro alvo. “Ele me ameaçava. Com certeza queria me atingir”, afirmou.
O crime foi brutal: Aurélio foi morto com 13 tiros e não teve chance de defesa. O sobrinho foi preso no dia seguinte, no local de trabalho, e já foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio qualificado.
A família lamenta a tragédia. “Por um pedaço de terra mata uma pessoa. Meu filho era trabalhador e honesto”, desabafou a mãe. (Banda B).
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