JUDIAÇÃO
A corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, natural de Alegrete, foi assassinada, esquartejada e teve partes do corpo descartadas em um rio na região da Grande Florianópolis.
A confirmação da identidade ocorreu na sexta-feira, dia 13 de março, após comparação de material genético com os irmãos da vítima.
O tronco feminino, sem braços, pernas e cabeça, havia sido encontrado no dia 9 de março em um rio na cidade de Major Gercino, a cerca de 100 quilômetros de Florianópolis.
Segundo a investigação da Polícia Civil, o caso foi solucionado em cerca de 72 horas e é tratado como latrocínio, quando há roubo seguido de morte.
Luciani morava sozinha em um apartamento em um residencial na região do Santinho, no norte da ilha de Florianópolis.
De acordo com a investigação conduzida pela Polícia Civil de Santa Catarina, a corretora foi m0rt4 entre os dias 4 e 5 de março. Antes do assassinato, ela teria sido dopada.
Após a morte, o corpo permaneceu dentro do apartamento da vítima até a madrugada do dia 7 de março. Durante esse período, segundo relatos divulgados pela família, o corpo teria sido colocado dentro da própria geladeira.
Na madrugada do dia 7, os suspeitos retiraram o corpo do imóvel, esquartejaram a vítima, dividiram os restos mortais em sacos e transportaram tudo até uma ponte em área rural de Major Gercino. Ali, os sacos foram jogados em um rio.
Luciani foi vista pela última vez no dia 4 de março, na região da Praia dos Ingleses. A família começou a desconfiar que algo estava errado após receber mensagens estranhas pelo WhatsApp enviadas do celular da corretora.
Segundo a irmã da vítima, Mônica Estivalet, os textos continham diversos erros de português, algo incomum para Luciani.
Palavras como “persiguindo”, “precionando” e “respentem” chamaram a atenção.
De acordo com a irmã, Luciani tinha curso superior, falava três línguas e sempre foi muito cuidadosa com a escrita. Nas mensagens, a pessoa que usava o celular da corretora dizia para que a família a deixasse em paz e afirmava que ela viajaria para fora do país para encontrar uma amiga.
Diante da situação estranha, a família decidiu procurar a polícia. A investigação avançou após os policiais identificarem compras feitas com o CPF de Luciani em plataformas de comércio eletrônico.
Os produtos estavam sendo retirados em um ponto de entregas do Mercado Livre no norte da ilha. Durante vigilância no local, os investigadores flagraram um adolescente retirando as mercadorias. Ao ser abordado, ele contou que os produtos pertenciam ao irmão, Matheus Vinícius Silveira Leite, de 27 anos.
O adolescente também indicou o local onde estava escondido o carro da vítima, um HB20. De acordo com a polícia, Matheus morava com a companheira em um apartamento vizinho ao de Luciani no mesmo residencial.
Ele e a companheira foram presos no dia 12 de março, na cidade de Gravataí, enquanto tentavam fugir para o Rio Grande do Sul. A prisão foi realizada por agentes da Polícia Rodoviária Federal. (Polliana M – Face).
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EVANGELHO DE DOMINGO
VIOLENTO ACIDENTE
ASSISTA – ESTÁ ATACANDO ANIMAIS