NOTA DE FALECIMENTO
Depois de encontrados os corpos dos quatro cobradores que foram assassinados em Icaraíma, começaram o aprofundamento das investigações sobre o caso, que são acompanhadas pelas famílias das vítimas, que contrataram a advogada Josiane Monteiro (foto) para fazer o acompanhamento das mortes de Diego Henrique Affonso, Rafael Juliano Marascalchi e Robishlei Hirnani de Oliveira e Alencar Gonçalves de Souza.
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Em entrevista à TV Caiuá, a advogada relatou que as famílias ficaram indignadas com o fato de os atestados de óbito terem apontado agressões como causa da morte, implicando que as vítimas foram torturadas e depois ainda baleadas, para que os autores tivessem certeza de que estavam os quatro homens mortos.
A advogada também falou sobre o fato de que, passados mais de 40 dias do desaparecimento e da suposta morte, os corpos estarem preservados e não em adiantado estado de putrefação, como era esperado.
“Em que pese o fato de os corpos estarem sepultados em terreno arenoso e à sombra, o que pode ajudar na preservação, não está descartada a hipótese de que eles tenham sido mantidos em cárcere privado” – salientou. Ou seja, os cobradores podem não terem sido mortos em um primeiro momento, tendo sido mantidos reféns por algum tempo.
Com relação às investigações, a advogada disse que é aguardada a decretação de novas prisões preventivas, uma vez que hoje já se sabe que há mais pessoas que participaram das execuções, Antonio Buscariollo, de 66 anos, e o filho dele, Paulo Ricardo Costa Buscariollo, de 22, que estão foragidos. (GoioNews – Com TV Caiuá – Portal Rede TV Mais).
NOTA DE FALECIMENTO
TINHA O NOME DO EX NO BRAÇO
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TRAGÉDIA NO TRABALHO