NORTE DO PARANÁ
Claudemir de Oliveira, conhecido como Polaquinho, apontado como autor da morte do taxista de Goioerê Iran Marinho, ocorrida em 21 de fevereiro de 2010, será julgado novamente pelo Tribunal do Júri da comarca de Goioerê no mês de julho.
Polaquinho já foi julgado por este crime em março de 2015, quando foi condenado a uma pena de 16 anos e quatro meses de prisão. Ele foi condenado por homicídio duplamente qualificado: emboscada e ação mediante recompensa.
Ocorre que o suposto mandante do crime, Jonson Marinho, filho do taxista, que também foi condenado a 17 anos de prisão, não teve reconhecida no julgamento a qualificadora de que pagou para que Polaquinho e o seu irmão, Sidnei de Oliveira, o Indinho, matassem ao seu pai, o taxista Iran Marinho, havendo conflito com a decisão a respo
Desta forma, o julgamento de Polaquinho foi anulado e ele será submetido a um novo júri popular no dia 20 de julho próximo.
Os demais envolvidos com a morte do taxista, o crime mais rumoroso de Goioerê neste século, permanecem com as suas condenações e estão todos presos:
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SIDNEI DE OLIVEIRA, o Indinho. Foi condenado por homicídio duplamente qualificado – ter agido mediante recompensa e de emboscada. Como não tinha atenuantes, pela ficou em 18 anos. Com o crime de ocultação de cadáver, subiu para 19 anos, um mês e 15 dias de prisão, a maior pena entre os quatro condenados.
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JONSON MARINHO, filho do taxista. Foi condenado por homicídio qualificado – emboscada – e teve a pena base fixada e 12 anos. Por ter grau de parentesco com o taxista e por ele ter idade superior a 60 anos quando foi morto, a pena foi ampliada em um terço, sendo fixada em 16 anos. Com a ocultação de cadáver, a pena final foi de 17 anos. Ele recorreu em liberdade e, depois de esgotar todos os recursos, foi preso este ano.
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JOSIANE DE SOUZA – Teria agido para atrair o taxista. Foi condenada por homicídio qualificado (emboscada) e teve a pena fixada em 12 anos, sem nenhum outro motivo para aumento ou redução de pena. Também recorreu da sentença em liberdade e foi presa este ano, após esgotar todos os recursos.
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LUTO EM GOIOERÊ
ENTRE GOIOERÊ E QUARTO CENTENÁRIO