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Em julgamento realizado na quinta-feira, 13, o tribunal do júri de Cruzeiro do Oeste condenou Paulo César Andrade do Nascimento a 38 anos de prisão em regime fechado pelo estupro e assassinato da jovem Gisele Prado, ocorrido em 2017.
O júri começou às 9h e ao longo de todo dia foram ouvidas testemunhas de acusação e defesa. À época do crime Nascimento ofereceu uma carona para a vítima que estava em um ponto de ônibus em Nova Olímpia aguardando condução para retornar à Maria Helena.
Nascimento era cobrador de ônibus e conhecia Gisele. No meio do trajeto ele a estuprou e depois assassinou a jovem. Gisele, que tinha o sonho de ser cantora, foi esfaqueada na garganta e golpeada na cabeça com o macaco do carro.
Nascimento já estava preso na Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste (Peco) e saiu do Fórum diretamente para a unidade. A família considera a condenação um desfecho para história da jovem Gisele.
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RELEMBRE O CASO
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O cobrador de ônibus Paulo César Andrade do Nascimento confessou ter matado com uma facada e golpes de 'macaco', após manter relação sexual forçada, a jovem Gisele Luzia Aparecida de Lima, 25, conhecida como Gisele Prado.
Paulo Cesar deixou o corpo de Gisele num canavial de difícil acesso entre os municípios de Cruzeiro do Oeste e Nova Olímpia. O corpo estava ao lado da estrada, de barriga para cima, e sem roupa. O assassino confesso disse que jogou as roupas nas proximidades. O rosto de Gisele estava desfigurado e havia um forte odor de decomposição.
Durante todo o tempo da identificação o cobrador de ônibus permaneceu dentro de uma das cinco viaturas utilizadas na operação para localizar o corpo da jovem.
Paulo foi preso pelo Grupo de Diligências Especiais (GDE) na estação rodoviária de Umuarama, ao encerrar o expediente de trabalho. No depoimento, confessou e levou a polícia até o local onde o crime foi praticado.
Testemunhas e imagens de monitoramento confirmaram que Gisele entrou em seu veículo, um Corsa bordô, no início da noite de domingo. Após passar o dia com a mãe, em Nova Olímpia, a jovem aguardava o ônibus para retornar a Maria Helena, cidade onde também reside o acusado.
Paulo César diz ter matado a jovem, que conhecia de vista, por temer ser denunciado. Primeiramente, ele desferiu uma facada que atingiu a garganta da vítima. Na sequência, várias pancadas na cabeça com a ferramenta. (O Bem Dito).
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