domingo, 10 de maio de 2026
LOCKDOWN - GOIOERÊ

ACIG e Sindicato Patronal pedem flexibilização do fechamento do comércio

26/02/2021
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                               A Associação Comercial e Empresarial de Goioerê, através de seu presidente Alexandre Cândido, se manifestou contra as medidas de fechamento do comércio no momento em que o decreto estadual era anunciado e, juntamente com o representante do Sindicato Patronal, Devanir Silvério, mobilizaram as entidades de classe do comércio para pressionarem para que o decreto seja flexibilizado.

                               Depois disso, houve um pronunciamento do presidente da Faciap – Federação das Associações Comerciais do Paraná, Fernando Moras, onde diz que os empresários não podem pagar pela irresponsabilidade de parte da população que insiste em ignorar as medidas de prevenção e que o setor produtivo vem trabalhando com responsabilidade, segurança e não é foco de contaminação.
                               “Um novo lockdown vai gerar desemprego e reduzir a renda das famílias. Muitos empreendimentos vão falir, pois já se encontram em situação de fragilidade devido à lenta recuperação dos fechamentos anteriores. Muitas famílias serão obrigadas a ficar em casa sem ter recursos para necessidades básicas” - salientou.
                               Fernando Moras, disse que a Faciap entende que o poder público poderia trabalhar com medidas restritivas que impeçam aglomerações, como a Lei Seca e o toque de recolher, intensificando a fiscalização para punir os infratores.
                               “O trabalhador e o empresário não devem pagar a conta das aglomerações clandestinas que, em sua grande maioria, ocorrem em horários alternativos aos do setor produtivo. Se existem donos de bares, restaurantes e cultos religiosos que promovem aglomerações e contribuem para espalhar o vírus, que sejam também punidos. Este ônus não deve cair sobre quem luta para preservar a vida e trabalhar com segurança” - frisou.
                               O presidente da ACIG, Alexandre Cândido, frisou que serão mantidos contatos frequentes com as entidades da classe empresarial para que esse decreto que fecha o comércio possa ser flexibilizado.