CRIANÇA DE 7 ANOS ENTRE VÍTIMAS
Keinerlein Rangel, de apenas 16 anos, morava com a família em um condomínio de apartamentos na cidade de Albuquerque, no estado do Novo México, nos Estados Unidos.
Na tarde de sábado, 31 de outubro de 2026, a adolescente estava em casa com a mãe, Susana Rangel. As duas ouviam música enquanto organizavam o apartamento, quando uma vizinha, identificada como Elaina Gomez-Villeda, de 40 anos, apareceu reclamando do volume do som.
Elaina pediu que diminuíssem a música e voltou para seu apartamento. Mas, algum tempo depois, quando Susana e a filha estavam do lado de fora instalando uma câmera de segurança, a vizinha retornou e uma nova discussão começou.
O desentendimento rapidamente se transformou em uma briga física entre as duas mulheres. Ao perceber que a mãe estava sendo agredida, Keinerlein tentou intervir, mas também teria sido agredida pela vizinha.
Foi nesse momento que o filho de Elaina, um menino de apenas 10 anos, se aproximou e tentou separar a confusão.
No entanto, de acordo com a investigação, a própria mãe teria ordenado que o garoto entrasse no apartamento e buscasse uma pistola.
A criança obedeceu, mas quando voltou com a arma, efetuou um disparo, atingindo Keinerlein na cabeça.
A adolescente não resistiu ao ferimento e morreu no local, diante de uma situação que havia começado por causa de uma reclamação sobre música alta.
Logo depois, Elaina levou o filho de volta para dentro do apartamento. Ela também teria enviado uma mensagem ao marido dizendo que provavelmente seria presa.
Quando o pai de Keinerlein chegou ao condomínio e soube do que havia acontecido com a filha, ficou desesperado e tentou entrar no apartamento da vizinha, chegando a quebrar uma janela.
Nesse momento, Elaina também teria efetuado um disparo na direção dele, alegando que estava tentando se defender.
A polícia foi acionada e, quando os agentes chegaram, encontraram a mulher armada. Durante a abordagem, um policial chegou a disparar contra ela, mas não a atingiu. Elaina acabou se rendendo e foi presa.
Durante o depoimento, a mulher alegou que havia sido atacada pelas vizinhas. No entanto, as informações reunidas pelos investigadores apontaram que ela teria mandado o próprio filho buscar a arma utilizada no crime.
Elaina passou a responder por h0m¡cíd¡0 e outras acusações relacionadas ao acesso da criança à arma de fogo.
Já o menino de 10 anos não havia sido formalmente acusado até 2 de novembro. As autoridades passaram a avaliar quais medidas poderiam ser adotadas, considerando a pouca idade da criança.
Uma audiência sobre a manutenção da prisão de Elaina estava prevista para 4 de novembro de 2026, mas o resultado ainda não foi confirmado nas informações disponíveis. (Pri Régia).
CRIANÇA DE 7 ANOS ENTRE VÍTIMAS
VIOLÊNCIA EXTREMA
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