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Damiana Maria Alves de Assunção, de 40 anos, foi assassinada a facadas pelo ex-companheiro após convidá-lo para ir até sua casa, na tentativa de reatar o relacionamento.
O crime aconteceu na tarde de domingo, 18 de outubro, no setor João Braz, em Goiânia, Goiás. Durante o ataque, o filho da vítima, de apenas 9 anos, tentou defender a mãe e também acabou esfaqueado.
Segundo o tenente Gabriel Marques, da Polícia Militar de Goiás, o casal estava separado, mas havia decidido tentar uma reconciliação.
Foi nesse contexto que Damiana convidou o ex-companheiro para ir até sua residência. No entanto, o reencontro terminou em tragédia depois que os dois discutiram e o homem atacou a mulher com uma faca.
Damiana foi atingida por diversos golpes e morreu no local. O filho dela, que tentou intervir para proteger a mãe, sofreu um ferimento no braço e precisou ser socorrido e levado ao hospital.
O suspeito, identificado como Woshington Luiz Brito dos Santos, já tinha histórico de violência doméstica contra a ex-companheira. No dia 25 de setembro, ele havia sido preso por esse caso, mas acabou colocado em liberdade após passar por uma audiência de custódia.
A decisão judicial estabelecia medidas restritivas, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de se aproximar de Damiana e de seus familiares. Mesmo assim, menos de um mês depois de deixar a prisão, ele voltou a atacar a ex-companheira.
Após assassinar a mulher, Woshington fugiu do local. A Polícia Militar iniciou as buscas e conseguiu localizá-lo cerca de uma hora e meia depois, em Goiânia. De acordo com informações divulgadas pela imprensa, ele havia rompido a tornozeleira eletrônica, trocado de roupa e fornecido um nome falso aos policiais durante a abordagem.
Depois de ser identificado, o suspeito foi preso. A polícia também informou que ele confessou o crime.
O caso chama a atenção porque Damiana já havia sido vítima de violência doméstica, e o ex-companheiro estava submetido a medidas judiciais justamente para impedir uma nova aproximação. Ainda assim, a tentativa de reconciliação terminou com a morte da mulher e o filho de apenas 9 anos ferido ao tentar protegê-la. (Polliana M).
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