ENTENDA O CRIME HEDIONDO
Uma mulher de nacionalidade paraguaia procurou ajuda na manhã de segunda-feira (12), em Palotina (centro-oeste do Paraná), após relatar que estaria sendo mantida em cárcere privado e obrigada a se prostituir em uma casa de shows da cidade.
Por volta das 8h, a vítima chegou a uma residência completamente molhada pela chuva, descalça, bastante assustada e chorando, pedindo socorro ao morador. Segundo seu relato, ela havia sido atraída do Paraguai para o Brasil com a promessa de trabalhar como diarista, mas, ao chegar ao destino, teria sido impedida de sair do estabelecimento e forçada a exercer atividades sexuais sob ameaças.
A Polícia Militar foi acionada por volta das 8h30 e, após ouvir a vítima, deslocou-se até o estabelecimento denunciado. Como ninguém atendeu aos chamados e diante da suspeita de crime em situação de flagrante, os policiais realizaram a entrada tática no imóvel. Durante as buscas, foram encontradas cinco pessoas, entre elas duas mulheres paraguaias que, conforme o relato da vítima, não teriam envolvimento com os crimes.
Outra mulher foi apontada como responsável por aliciá-la no Paraguai mediante falsa promessa de emprego.
Um homem e uma mulher, identificados como responsáveis pelo estabelecimento, foram acusados pela vítima de mantê-la no local contra sua vontade, mediante ameaças, e obrigá-la à prostituição. Os três suspeitos foram detidos e encaminhados à unidade policial. (Tribuna de Palotina – Foto Ilutrativa).
ENTENDA O CRIME HEDIONDO
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