quarta-feira, 26 de agosto de 2026
MÃOS AMARRADAS – SEM CABEÇA

Homem que estuprou e matou a própria mãe é encontrado decapitado  

26/08/2026
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 O corpo de um homem que estava desaparecido desde sábado (22) foi encontrado decapitado e com as mãos amarradas no Rio Tibagi, em Ibiporã, no Norte do Paraná. A vítima é Claudio Claudemir Teixeira, de 57 anos, que havia cumprido mais de sete anos de prisão pela morte e pelo estupro da própria mãe, em 2018.


O Corpo de Bombeiros localizou o corpo na tarde desta terça-feira (25), em uma área conhecida como Água dos Cágados, na zona rural do município. A equipe fazia buscas por Claudio depois que a família registrou o desaparecimento dele em Sertanópolis.


Diante da violência encontrada no cadáver, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) abriu investigação por homicídio e ocultação de cadáver. O delegado responsável pelo caso acredita que a execução possa ter relação com o crime cometido contra a mãe do homem, há oito anos.


Após localizar o corpo, os bombeiros acionaram a Polícia Civil do Paraná (PCPR). Agentes da Polícia Científica e do Instituto Médico-Legal (IML) também foram ao local.


DECAPITADO - Segundo o delegado Vitor Dutra de Oliveira, o corpo estava submerso e preso à vegetação. Além disso, os investigadores encontraram as mãos amarradas e a ausência da cabeça.


Diante dos primeiros exames, a polícia abriu investigação por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. A perícia deve ajudar a esclarecer como Claudio morreu e quais circunstâncias envolveram o crime.


POSSÍVEL VINGANÇA - A investigação ganhou uma possível linha de motivação por causa do passado de Claudio. Em 30 de janeiro de 2018, ele matou a própria mãe, Maria Silva Teixeira, no Jardim Municipal, em Ibiporã. O delegado apontou que Claudio estuprou a mãe, utilizando um cabo de vassoura durante a violência sexual. 


Na época, ele recebeu diagnóstico de esquizofrenia, circunstância que influenciou a pena aplicada pela Justiça. Claudio acabou preso em 11 de fevereiro de 2018. Ele permaneceu detido por pouco mais de sete anos, sendo solto em 16 de junho de 2025. A Justiça reduziu a pena após ele receber o diagnóstico com esquizofrenia.


Logo após encontrar o corpo, a PCPR iniciou diligências para reconstruir os últimos momentos de Claudio. Os investigadores procuram pessoas que tiveram contato com ele nos dias anteriores ao homicídio. Além disso, a polícia levou uma pessoa que morava com a vítima à delegacia para prestar esclarecimentos. Conforme o delegado, porém, não existem provas que indiquem a participação dela no assassinato. Por isso, após prestar depoimento, a pessoa foi liberada. (Banda B, via Umuarama News).