CONHECIDO COMO “BEIÇO”
(GoioNews: Todo mundo lê!) - A investigação do caso das primas de Cianorte, Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, que estão desaparecidas desse o dia 20 de abril deste ano, têm muitos pontos em comum com o caso de Kawane Cleve e Rubens Biguetti, que desapareceram no dia 3 de agosto de 2020, foram dados como mortos, mas os corpos não foram encontrados até hoje, a exemplo do que está acontecendo com as primas.
No caso Letycia e Sttela, a polícia tem como certo que elas estão mortas e tem até um suspeito pelas mortes, Clayton Antonio da Silva Cruz, com quem elas foram vistas em uma festa antes de desaparecer, mas o paradeiro delas, ou dos corpos, é um mistério.
A exemplo do caso Kawane e Rubens, cujos corpos foram procurados em seis municípios (Goioerê, Moreira Sales, Mariluz, Umuarama, Quarto Centenário e Formosa do Oeste), o caso das primas está levando a polícia a realizar buscas em vários pontos apontados pela investigação ou por informações anônimas recebidas.
A última busca feita pela polícia foi na zona rural de Paraíso do Norte, na região de Maringá, na segunda-feira, 15. A ação teve o apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e da Polícia Científica do Paraná. Durante as diligências, as equipes utilizaram recursos tecnológicos para prospecção e análise do terreno, incluindo drones e equipamento de Radar de Penetração no Solo (GPR), empregado na identificação de alterações subterrâneas e possíveis pontos de interesse pericial.
Segundo o delegado da PCPR Luis Fernando Alves Silva, as buscas foram realizadas com base em elementos reunidos anteriormente, como diligências policiais, levantamentos técnicos, análise de dados e informações oriundas de denúncias anônimas, mas restaram infrutíferas.
O DESAPARECIMENTO - O desaparecimento das duas jovens foi registrado pelas famílias no dia 23 de abril, em Cianorte. Segundo os familiares, o último contato das primas ocorreu na noite de 20 de abril.
Já na madrugada do dia 21, Sttela ainda realizou uma publicação em uma rede social. Na imagem aparecia ao lado de Clayton Antonio da Silva Cruz, principal investigado no caso. Letycia foi apenas marcada na postagem.
As investigações apontam que as duas jovens estiveram na companhia de Clayton durante uma festa realizada em uma casa noturna na cidade de Paranavaí. A informação foi confirmada após a análise de imagens de câmeras de monitoramento obtidas pela Polícia Civil.
FORAGIDO - Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, continua foragido. Além de ser investigado pelo desaparecimento das jovens, ele também possui uma condenação por roubo e é procurado pela Justiça.
De acordo com a Polícia Civil, Clayton possui extensa ficha criminal, com condenações por tráfico de drogas, roubo agravado e dezenas de registros policiais acumulados desde a adolescência.
As investigações também avançaram sobre possíveis pessoas que teriam auxiliado o suspeito. No dia 15 de maio, uma mulher foi presa temporariamente em Paraguaçu Paulista (SP). Segundo a polícia, ela é ex-companheira de Clayton e é suspeita de ter prestado auxílio financeiro ao investigado durante sua fuga.
CONHECIDO COMO “BEIÇO”
NOTA DE FALECIMENTO
CHACINA DE ICARAÍMA
ASSISTA – PELAS COSTAS