sábado, 30 de maio de 2026
OLHA O TAMANHO DO ABSURDO

Jovem é morto em assalto por celular por não ser iPhone 

29/05/2026
  • A+ Aumentar Fonte
  • A- Diminuir Fonte

O que era para ser apenas o retorno para casa após a academia terminou em tragédia na noite da última quarta-feira (27), na zona sul de São Paulo.


Gabriel Souza Bueno, de 25 anos, voltava de motocicleta ao lado da esposa quando o casal foi abordado por dois criminosos em outra moto, na Rua Joaquim Guerra de Azevedo, no bairro Capão Redondo.


Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, os assaltantes anunciaram o roubo e exigiram os pertences das vítimas, incluindo alianças, a motocicleta e os celulares do casal. Ao pegarem o aparelho de Gabriel, os criminosos perceberam que o celular não era um iPhone e decidiram devolvê-lo.


Mesmo sem qualquer reação das vítimas, os suspeitos ordenaram que Gabriel e a esposa virassem de costas. Ainda de acordo com relatos, a mulher chegou a pedir para que o marido corresse, mas ele não esboçou reação.


Foi nesse momento que um dos criminosos efetuou disp4r0s. Gabriel foi 4ting!d0 nas costas.


Testemunhas relataram que um motorista que passava pela região tentou impedir a fuga dos assaltantes utilizando o próprio veículo. Os suspeitos também atiraram contra o carro, mas o condutor não ficou ferido.


Gabriel chegou a ser socorrido com vida e encaminhado ao Hospital Municipal M’Boi Mirim, porém não resistiu aos ferimentos.


O caso foi registrado como latrocínio — roubo seguido de morte — e a Polícia Civil realiza buscas para identificar os responsáveis pelo crime.


Formado em Publicidade e Propaganda, casado e conhecido pelo apelido de “Zacka”, Gabriel integrava a ONG Galera do Bem SP, grupo que atua em ações solidárias na capital paulista.


Amigos e familiares o descrevem como uma pessoa alegre, querida e sempre disposta a ajudar quem precisava.


Nas redes sociais, a principal revolta dos internautas surgiu após a divulgação de que os criminosos teriam devolvido o celular de Gabriel ao perceberem que o aparelho não era um iPhone — e, ainda assim, decidiram atirar contra ele. (Polliana M).