quarta-feira, 29 de abril de 2026
MORTE NO TRANSPORTE COLETIVO

Homem mata desafeto a facadas dentro de ônibus urbano em Maringá

28/04/2026
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Um homem foi assassinado com golpes de faca na noite de segunda-feira, 27, dentro de um ônibus do transporte coletivo de Maringá. O crime aconteceu enquanto o veículo da linha 417, do Jardim França, seguia em deslocamento pelas ruas e avenidas da cidade.


A vítima foi identificada como Thiago Henrique de Oliveira Araújo, de 35 anos. Segundo informações apuradas no local, ele se envolveu em uma discussão com outro passageiro, que, durante o trajeto, sacou uma faca e desferiu vários golpes contra Thiago ainda dentro do coletivo.


Após o ataque, o autor do crime conseguiu desembarcar rapidamente do ônibus e fugiu por uma rua lateral nas proximidades da UPA Zona Sul, localizada na Avenida Nildo Ribeiro da Rocha. O motorista, ao perceber a gravidade da situação e o desespero dos passageiros, parou imediatamente o veículo.


 Populares utilizaram uma cadeira de rodas para retirar a vítima do ônibus. Thiago foi levado para o interior da UPA, porém já estava praticamente em óbito e não resistiu aos ferimentos. A direção da UPA acionou a Polícia Militar bem como o motorista da empresa TCCC.


De acordo com informações do motorista e de testemunhas, o crime teria sido motivado por uma discussão entre a vítima e o agressor, que ainda não foi identificado. O motivo exato do desentendimento segue desconhecido.


A Polícia Civil de Maringá, por meio da Delegacia de Homicídios (DHPP), informou que tanto a vítima quanto o suspeito embarcaram no Terminal Intermodal, na região central de Maringá. A equipe policial já teve acesso às imagens das câmeras de monitoramento instaladas no interior do ônibus.


Diversas diligências foram feitas pela Polícia Militar, Civil e Guarda Municipal para identificar e localizar o autor do homicídio, inclusive dentro do prazo do flagrante. Ainda conforme apurado, Thiago utilizava tornozeleira eletrônica e havia deixado o sistema prisional há cerca de um ano após ficar 10 anos detido. (André Almenara).