sexta-feira, 20 de março de 2026
“TODO MUNDO CORREU!”

Jovem 'acorda' e tosse durante o próprio velório. Familiares indignados

19/03/2026
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A morte de uma jovem de 27 anos tem gerado forte repercussão em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro, após familiares afirmarem que ela apresentou sinais de vida durante o próprio velório. O caso ocorreu na Capela Mortuária do Frade, na madrugada da última sexta-feira (13), e ganhou destaque nas redes sociais. As informações são da página Santa Cruz Alerta.


Segundo relatos de parentes, a jovem, identificada como Caroline Costa Nunes Pereira, teria “aberto os olhos e tossido” enquanto era velada, provocando pânico entre amigos e familiares presentes no local.


BUSCA POR ATENDIMENTO - De acordo com áudios divulgados por um familiar, após a situação, parentes tentaram buscar ajuda médica no SPA do bairro. No entanto, o profissional de plantão teria se recusado a ir até o local, sob a justificativa de que não havia sido o responsável pela declaração do óbito.


O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, mas, conforme o relato, quando a equipe chegou, por volta das 4h, a jovem já estava sem vida.


NEGLIGÊNCIA - A família acusa negligência médica e afirma que pretende acionar judicialmente tanto o hospital quanto o profissional que atestou a morte. Para os parentes, há a possibilidade de que a jovem estivesse em estado de coma no momento em que o óbito foi declarado.


VERSÃO OFICIAL - Em nota, a Prefeitura de Angra dos Reis informou que a paciente morreu às 16h20 do dia 12 de março, após uma parada cardiorrespiratória causada por insuficiência cardíaca associada a complicações infecciosas.


Segundo o comunicado, “o óbito foi confirmado por avaliação clínica e por eletrocardiograma”, e todos os procedimentos de reanimação foram realizados, sem sucesso.


HIPÓTESES LEVANTADAS - Diante da repercussão, especialistas e internautas passaram a considerar a possibilidade de um espasmo cadavérico — fenômeno raro que pode provocar movimentos involuntários após a morte —, o que poderia ter contribuído para a situação relatada.


O caso também reacendeu críticas ao atendimento do Hospital Municipal da Japuíba, apontado por moradores como alvo de reclamações. A situação segue repercutindo e pode ser investigada. (A Rede).