ASSISTA – PASSOU TRÊS VEZES PELO MESMO LUGAR
Um segurança da terceirizado da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), em Apucarana, no norte do Paraná, foi indiciado por roubo, segundo o delegado André Garcia. Ele foi filmado presenciando um assalto, observando a vítima sendo enforcada, mas não interferindo na situação. VEJA NO VÍDEO ABAIXO.
Garcia informou que o crime aconteceu no dia 4 de fevereiro. Entretanto, o assaltante foi encontrado e preso somente neste sexta-feira (6) e, então, as imagens foram compartilhadas.
A gravação mostra a vítima parada no estacionamento de motos do campus. Às 18h26, o assaltante pulou nas costas dele e iniciou um golpe "mata-leão". Desta forma, ele conseguiu roubar a mochila que guardava um celular.
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Enquanto o homem estava imobilizado, no chão, o segurança se aproximou e ficou parado na calçada observando. Em determinado momento, ele parece chamar alguém que está longe, mas se afastou quando a vítima e o assaltante saíram correndo.
INVESTIGAÇÃO - O delegado explicou à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, que a vítima, de 25 anos, havia anunciado um celular para venda na internet. Ela começou uma negociação com uma mulher e marcou o encontro para a entrega do aparelho no campus da faculdade, "por acreditar que seria um local seguro".
A universidade estava vazia por ser período de férias. Entretanto, quando chegou no local na data e horário combinados, o rapaz foi surpreendido pelo criminoso, que tem 23 anos.
Após a denúncia da vítima e investigação da Polícia Civil (PC-PR), o homem foi identificado e preso preventivamente na sexta-feira.
VIGILANTE - A partir do momento em que a polícia teve acesso às imagens do crime, o vigilante também passou a ser investigado. Ele foi chamado para ser ouvido pelo delegado mas, conforme Garcia, permaneceu em silêncio.
"[...] quando lhe é perguntado se ele recebe instruções de defesa pessoal, se ele tem conhecimento da legislação que disciplina a atividade dele, nessa nesses momentos ele fica em silêncio. Então ele também vai ser responsabilizado criminalmente", o delegado explica.
De acordo com a percepção de Garcia, não houve cumprimento da função de segurança, o que colaborou para o roubo acontecer.
"Ou seja, bem material da faculdade está sob vigilância desse funcionário [...]. Mas também a incolumidade física das pessoas que estão ali está sob a proteção desse vigilante, isso está disciplinado na lei. Então, no momento em que ele deixa de cumprir uma obrigação legal, isso caracteriza uma omissão penalmente relevante", explicou.
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