AÇÃO COMUNITÁRIA
A morte da bebê Ayla Nunes Alves, de 1 ano e 4 meses, registrada na madrugada desta sexta-feira (20), em Maricá, na Região Metropolitana do Rio, passou a ser investigada como possível homicídio. A mulher que cuidava da criança foi presa.
A menina foi levada já sem vida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Inoã. De acordo com informações preliminares, o corpo apresentava sinais de violênc14, incluindo marcas no pescoço compatíveis com possível esganadura e abuso. A confirmação da causa da morte dependerá do laudo do Instituto Médico-Legal (IML), para onde o corpo foi encaminhado.
Segundo relato da mãe à polícia, Ayla estava na casa da babá, em um apartamento localizado em um conjunto habitacional no distrito de Itaipuaçu, quando teria passado mal. Ainda conforme as informações prestadas, durante a madrugada, o filho da cuidadora, um adolescente, percebeu que a bebê estava machucada. A mulher decidiu então socorrer a criança até a UPA, mas ela já chegou à unidade sem sinais vitais.
O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI), que realizou diligências no imóvel para coleta de provas. Pessoas que estavam na residência e familiares da vítima foram ouvidos.
O registro inicial da ocorrência foi feito na 82ª DP de Maricá, antes de o caso ser transferido para a delegacia especializada em homicídios. As investigações seguem em andamento para esclarecer as circunstâncias da morte. (Polliana M).
AÇÃO COMUNITÁRIA
NOTA DE FALECIMENTO
DISSE QUE NÃO QUERIA MATAR
NOTA DE FALECIMENTO