sexta-feira, 3 de abril de 2026
UMUARAMA

Criança de 9 anos ameaça professores e agride colegas em Umuarama

01/11/2019
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                                   Pais de estudantes da escola Municipal Cândido Portinari, do Sonho Meu, entraram em contato com a redação para questionar a atuação do Conselho Tutelar e da secretaria de educação de Umuarama sobre um aluno de 9 anos da escola. A criança, de acordo com os pais, age de forma violenta contra os colegas e também os professores.
                                  Um outro estudante da escola já chegou a fazer exames de lesão corporal junto ao Instituto Médico-Legal (IML) de Umuarama por conta das agressões. Houve também pais que registraram boletins de ocorrência na delegacia de Polícia Civil (PC). Conforme o documento desde o início do ano letivo um aluno vem sendo agredido pela outra criança.
                                  Testemunhas também disseram que o menino levou um isqueiro e ateou fogo à mochila de uma garotinha e frequentemente diz que levará uma arma de fogo para a escola. PREFEITURA Na manhã dessa quinta-feira (31) houve uma reunião na escola com a presença de duas conselheiras tutelares e também com membros da secretaria de educação e ficou acordado que a o Conselho Tutelar irá solicitar à secretaria de educação um tutor para que o aluno seja acompanhado mais de perto.
                                  Na reunião, segundo informaram os pais, conselheiras e membros da secretaria disseram que durante este período estavam estuando a melhor maneira de resolver a situação. "A tutoria só pode ser autorizada quando os responsáveis pela criança apresentam um laudo específico que justique isso. Então pedimos ao conselho tutelar que encaminhe uma solicitação para que, por questões legais, possamos destinar o professor para o aluno", explicou a secretária Mauriza Lima.
                                  Além disso, também foi acionada a rede de proteção para que a criança receba a atenção necessária. DELONGA A reportagem também procurou o Conselho Tutelar para questionar a delonga no atendimento deste caso, que se arrasta há meses, de acordo com os pais. A conselheira responsável pelo caso não estava no local, porque participava da reunião na escola. Os outros funcionários não souberam detalhes sobre o acompanhamento. Até a manhã desta sexta-feira (01) ela não havia retornado o contato. O espaço segue aberto para manifestação. (Fonte: O Bemdito)