SUSTO NA MADRUGADA
Informações preliminares do Instituto Médico Legal indicam que havia lesões no corpo da detenta Gislaine Aparecida Oliveira, 31, conhecida como Elaine, que foi encontrada morta dentro da cela, enforcada com um lençol amarrado na porta da cela, na manhã de domingo, 1º. As lesões são na cabeça e na perna.
Segundo o delegado Hélio Nunes Pires, ainda não há o laudo conclusivo do IML, que irá indicar a causa da morte, ou seja, se as agressões foram a causa da morte ou se ela efetivamente morreu por enforcamento.
“Precisamos aguardar o laudo conclusivo. É certo que houve agressões, pelas lesões constatadas, o que não sabemos ainda é se as lesões foram a causa da morte” – explicou o delegado, dizendo que caso ela não tenha morrido pelas agressões, é preciso apurar se ela cometeu o suicídio, se foi enforcada ou ainda se foi induzida ao suicídio.
Desde que o corpo foi encontrado, por volta das 10 horas de domingo, já havia alguma suspeita de que a presa tinha sido agredida, pelo sangue encontrado na cela, e pelo fato de a morte ter acontecido na madrugada e o alarme só ter sido dado por volta das 10 horas.
A família de Gislaine também teria afirmado para a polícia que a caligrafia da carta supostamente deixada por Gislaine não é dela, no entanto a confirmação disso vai depender de exames grafotécnicos.
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